Em um jogo ruim. A seleção da CBF ganhou por 3 a zero do combinado do Zimbábue. Michel Bastos, Robinho e Elano fizeram os gols. De resto, a seleção mostrou uma defesa sem Juan, machucado, e perdida com Lucio e Thiago Silva; um meio de campo com Kaka sem ritmo; e uma péssima saída de bola com Gilberto Silva e Felipe Melo (esperar o que, hein!?).
Mas o que chamou mais a atenção do jogo, foi a execução do Hino Nacional Brasileiro. Totalmente perdida, sem ritmo, alterada, pode chamar do que quiser. A questão é que aquilo não foi o Hino de nenhum país. Lucio não conseguia controlar o sorriso; Kaka e Robinho relatando o ocorrido; Maicon tentado entender para cantar o hino. O hino estava tão perdido quanto estava a seleção dentro de campo. Mas é um desrespeito com estes profissionais colocá-los nesta situação com todos olhando e sem eles poderem fazer nada. Podem ser o que, mas não merecem ficarem com cara de bobos.
Aliás, bobo é o ditador do Zimbábue. Incrível como a CBF adora se meter nessas situações. Afinal, o que interessa para eles é o dinheiro e nada de respeito aos direitos humanos. Neste país pobre, repreendido, cerceado, ganhar quase 2 milhões de doláres para jogar lá, vai aliviar e muito a vida desses cidadãos. Acabou sendo um presente do ditador para seus "prisioneiros". Ah, CBF!
Voltando ao Hino, acho que é melhor da próxima vez levar um CDzinho, por que depender da banda ou da infra-estrutura desses países é complicado.
Mas o que chamou mais a atenção do jogo, foi a execução do Hino Nacional Brasileiro. Totalmente perdida, sem ritmo, alterada, pode chamar do que quiser. A questão é que aquilo não foi o Hino de nenhum país. Lucio não conseguia controlar o sorriso; Kaka e Robinho relatando o ocorrido; Maicon tentado entender para cantar o hino. O hino estava tão perdido quanto estava a seleção dentro de campo. Mas é um desrespeito com estes profissionais colocá-los nesta situação com todos olhando e sem eles poderem fazer nada. Podem ser o que, mas não merecem ficarem com cara de bobos.
Aliás, bobo é o ditador do Zimbábue. Incrível como a CBF adora se meter nessas situações. Afinal, o que interessa para eles é o dinheiro e nada de respeito aos direitos humanos. Neste país pobre, repreendido, cerceado, ganhar quase 2 milhões de doláres para jogar lá, vai aliviar e muito a vida desses cidadãos. Acabou sendo um presente do ditador para seus "prisioneiros". Ah, CBF!
Voltando ao Hino, acho que é melhor da próxima vez levar um CDzinho, por que depender da banda ou da infra-estrutura desses países é complicado.
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